
As duas últimas semanas têm sido demarcadas pelo recordar em aniversários de grandes acontecimentos históricos, e a sua imputabilidade contemporânea destes serem concretizáveis.
A arte demarca a grande diferença entre a política nestes termos de revindicação pela estratégica populacional com a sua indiferença.
O tempo através das suas circunstâncias remete-nos para um fim sem conclusões e a natureza já responde as suas queixas sendo a consequência elementar que nos formula.
Portugal refuta-se num esconderijo prévio sem fim, eliminando a hipótese de um dia reformular e melhorar as suas conjunturas se o seu destino estiver próximo.
Daí, aqui a minha dedicatória denominada de artista refugiado (como se é recordado dos dadaístas;...ironia do destino, pois todo ele se repete!), e deste caso particular o orgulho principado e principal de português, com um dos maiores revolucionários do lirismo polémico e melódico não linear recheado de efeitos sonoros, enredo, e acontecimentos que se vão passando para além da música com uma mensagem final fenomenal, naquele que pode ser considerado o álbum com menos sucesso comercial e empático de Roger Waters nos seus anos a solo. O coro é divinal (uma das maiores qualidades desde sempre na sua música que o caracteriza).
Fenomenal consiste também as ironias expressivas da sua mensagem na obra de arte em si que se traduz na afirmação dos pensamentos de Friedich Nietzsche que explica que: "sem a música, a vida seria um erro!" (« ...without music, life would be a mistake »).
«I like staying with my Uncle Dave
And I like playing with his great dane
But I don't fit
I feel alien and strange Kinda outa range
I like riding in my Uncle's car
Down to the beach where the pretty girls all parade
And movie stars and paparazzi play
The Charles Atlas kicking sand in the face game
And I sit in the canyon with my back to the sea
There's a blood red dragon on a field of green
Calling me back
Back to the Black Hills again
Ooh, ooh, Billy come home
Billy is searching for his native land
Flicking through the stations with the dial in his head
Picking up -------------- and
A male voice choir on the short wave band
Billy taps out Jim's number on the 'phone
Sits shaking as he waits for Jim's answering tone
Come on my friend, speak to me please
The land of my fathers is calling to me
And I sit in the canyon with my back to the sea
There's a blood red dragon on a field of green
Calling me back, back to the Black Hills again
Ooh, ooh, Billy come home
Come on home
He sits in the canyon with his back to the sea
Sees a blood red dragon on a field of green
He hears a male voice choir singing Billy come home
Billy, Billy, come home
Come on home
Californian Weirdo: I don't like fish.
Jim: You are listening to KAOS here in Los Angeles.
Californian Weirdo: I don't like fish.
Jim: Yes, we've established that. Ah! Do you have a request?
Californian Weirdo: Shell fish, guppy, salmon, shrimp and crab
and lobster, flounder.I hate fish, but I think most of
all I hate fresh fish, like trout. I hate fresh trout.
My least-hated, favourite fish would be sole. That way
you don't have to see the eyes. Sole has no eyes.
Jim: Oh no!
Californian Weirdo: I'd like to be home with my monkey and my dog
Jim: Thankyou.
Californian Weirdo: I'd like to be home with my monkey and my dog
I'd like to be home with my monkey and my dog
I'd like to be home with my monkey ...
Jim: They don't care. Shut up. Play the record.»

